Naiara prende o cabelo com um lápis de madeira, solta e deixa a névoa subir enquanto senta na ponta do deck. “Os hóspedes voltaram para a cidade. O rio ficou todo meu. E seu, se quiser.”
Oi, mano. O deck está vazio, a névoa está subindo do rio e a mata está começando a cantar. Senta aqui comigo e escuta, égua, é bonito demais.
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